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Exposição revela líderes da imigração japonesa

Mostra que abre as comemorações dos 35 anos do Museu Histórico da Imigração Japonesa revela importância histórica de 18 personalidades da colônia japonesa

quadro Rokuro Koyama

O Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil (MHIJB) abre, na quarta-feira 23 de janeiro, a exposição que reúne pela primeira vez 18 quadros de personalidades que fizeram parte de importantes episódios da trajetória dos imigrantes nipônicos no Brasil. A exposição “A História da Imigração Através de Retratos” abre as comemorações dos 105 anos da imigração japonesa no Brasil e dos 35 anos da abertura do MHIJB, ambos celebrados em 18 de junho. A mostra fica em cartaz até o dia 28 de fevereiro, de terça a domingo, das 13h30 às 17h30.
“Os quadros têm grande importância histórica por revelar personagens que contam a trajetória dos japoneses no Brasil”, afirma Lidia Yamashita, vice-presidente do MHIJB. “Além disso, são obras feitas por pintores de destaque dentro da colônia japonesa”, diz ela, referindo-se aos artistas Tomoo Handa, Yoshiya Takaoka, Kichizaemon Takahashi, Tadashi Kaminagai, Masato Aki, que pintaram os retratados. As 18 obras expostas, com exceção de uma que faz parte de coleção particular, fazem parte do Acervo do próprio MHIJB.
Para dar suporte à mostra foi montada uma Linha do Tempo de seis metros de comprimento que abrange os principais fatos históricos da imigração japonesa entre 1890 a 2010.
O homenageado principal é o jornalista Rokuro Koyama, que fez parte da primeira leva de imigrantes que chegaram no navio Kasato Maru, em 18 de junho de 1908. Ele ajudou a fundar a colônia Promissão, no interior de SP, e criou o jornal Seishu Shinpo (Notícias de São Paulo), em 1921, um dos primeiros da colônia japonesa em Bauru. Os jornais japoneses desempenharam papel de relevância já que os imigrantes, por não saberem ler e falar português, se mantinham informados através das publicações que circulavam no meio da colônia japonesa.

Há imigrantes que estavam no Brasil antes do Kasato Maru, como Teijiru Suzuki, que era o secretário da Hospedaria dos Imigrantes, onde os japoneses eram levados quando chegavam a São Paulo. Destacam-se ainda fundadores de colônias japonesas, diplomatas, empreendedores, artistas.
O MUSEU
O Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, é o maior museu sobre a imigração japonesa. Possui um acervo de mais de 97.000 itens pertencentes aos imigrantes japoneses, tais como documentos diversos, fotos, jornais, microfilmes, livros, revistas, filmes, vídeos, discos LP, quadros de pinturas, utensílios domésticos e de trabalho, alem dos kimonos, que registram a história desses imigrantes aqui no Brasil.
Tendo sido fundado em 18 de Junho de 1978, para comemorar o 70° Aniversário da Imigração Japonesa no Brasil, na presença do Príncipe Akihito e da Princesa Michiko, hoje Imperador e Imperatriz do Japão, bem como do então Presidente da República, Ernesto Geisel, ocupa atualmente os 7°, 8° e 9° andares do prédio da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social.

SERVIÇO

Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil
Rua São Joaquim, 381 – Liberdade
01508-900 – São Paulo – SP
7º, 8º e 9º andares – Exposição Permanente
www.museubunkyo.org.br
Informações: (11) 3209-5465 ou 3208-1755 (ramal 117)
E-mail: [email protected]
Exposição:
De terça-feira a domingo, das 13h30 às 17h30
Contribuição adulto: R$ 6,00
Estudantes com carteirinha: R$ 3,00
Crianças de 5 a 11 anos: R$ 3,00
Menores de 5 anos e idosos acima de 65 anos: entrada gratuita

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